“Temos de erradicar da alma todo o medo e terror do que o futuro possa trazer ao homem. Temos que adquirir serenidade em todos os sentimentos e sensações a respeito do futuro. Temos que olhar para a frente com absoluta equanimidade, para com tudo o que possa vir e temos que pensar, somente, que tudo o que vier nos será dado por uma direção mundial plena de sabedoria. Isto é parte do que temos que aprender nessa era: Confiança na ajuda sempre presente no mundo espiritual. Em verdade, nada terá valor se a coragem nos faltar. Disciplinemos nossa vontade e busquemos o despertar interior todas as manhãs e todas as noites.”

Rudolf Steiner


Parafraseando uma amiga minha: 

“Precisamos deixar filhos melhores para o nosso planeta, e não um mundo melhor para os nossos filhos.”  

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Gaia em si, tal como é, é perfeita. Tudo se encaixa. Sempre buscando o equilíbrio. Constante aprimoramento. Evoluindo. Nós, humanos, não somos reis, donos, mestres ou coisa que o valha. Somos parte de gaia. Nossa missão aqui, não é, nunca foi e nem nunca será melhorar o mundo ou salvá-lo. Estamos aqui para participar ativamente da maravilha que é a existência. A natureza sabe o que faz e pasmem, não há nada que possamos fazer para domá-la ou deixá-la à nossa mercê. Somos nós que devemos respeitá-la e apenas seguir o ritmo que ela toca. Nada do que façamos será melhor do que o que a própria natureza faz, então que pretensão é essa? Nós, salvarmos o mundo? Só se for de nós mesmos e de todos os equívocos cometidos em nome da evolução tecnocrática (nada contra a tecnologia e sim à tecnocracia desenfreada e irresponsável que domina quase a totalidade dos seres humanos). Nosso papel, portanto, é apenas um: Sermos o melhor que pudermos. Não tecnicamente falando, mas sim espiritualmente. Aprender a coexistir e respeitar as leis de gaia. Nossa espécie beira ao surreal. O ser humano é o único ser terrestre capaz de transformar a imaginação em realidade. E a nossa maior responsabilidade é trazer ao mundo filhos capazes de entender a língua do universo e ajudar na manutenção da vida. E nada mais. É simples e lindo. Então, desde já, busquemos o caminho da evolução para que nos tornemos pessoas mais sensíveis à natureza e ao todo e assim consigamos ser pais capazes de transmitir essa noção para nossos filhos. Isso é evolução. Tecnologia é uma falácia evolutiva. Paz, sensibilidade e amor para todos nós.

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Pedagogia Waldorf


“Ela é uma pedagogia holística em um dos mais amplos sentidos que se pode dar a essa palavra quando aplicada ao ser humano e à sua educação. De fato, ele é encarado do ponto de vista físico, anímico e espiritual, e o desabrochar progressivo desses três constituintes de sua organização é abordado diretamente na pedagogia. Assim, por exemplo, cultiva-se o querer (agir) através da atividade corpórea dos alunos em praticamente quase todas as aulas; o sentir é incentivado por meio de abordagem artística constante em todas as matérias, além de atividades artísticas e artesanais, específicas para cada idade; o pensar vai sendo cultivado paulatinamente desde a imaginação dos contos, lendas e mitos no início da escolaridade, até o pensar abstrato rigorosamente científico no ensino médio. O fato de não se exigir ou cultivar um pensar abstrato, intelectual, muito cedo é uma das características marcantes da pedagogia Waldorf em relação a outros métodos de ensino. (…)”

http://www.sab.org.br/pedag-wal/pedag.htm

   ”Pois examinemos um cenário que coloca em foco uma nova tecnologia. É um caso simples, porém esclarecedor. E ele aconteceu de fato. Numa cidade brasileira, grandes fábricas de conservas de frutas resolvem adotar uma nova técnica. As frutas que eram descascadas à mão, passam a ser descascadas quimicamente. A fruta recebe um banho de soda cáustica dentro de uma peneira rotativa, de onde sai lisinha e sem casca. “Tecnicamente”, uma decisão correta: enorme aumento de eficiência, redução de mão de obra, redução de custos, automatização, rapidez de operação, melhor controle e uniformidade do produto e algumas vantagenzinhas mais - para o dono da fábrica. Se, como quer a ideologia vigente, este tipo de decisão é politicamente neutra, não há por que não deixá-la à discrição do gerente ou administrador da fábrica. Entretanto, ela teve graves consequências sociais e ambientais. Milhares de operárias, para as quais o emprego na fábrica de conservas era vital, apesar de mal pago e sazonal, foram sumariamente despedidas. Além do estrago social, um estrago ambiental: o riozinho ao lado da fábrica, onde esta gente podia pescar, obter gratuitamente um pouco de proteína, é agora uma cloaca aberta, pois recebe os efluentes do descasque químico. Até aí, o povo já perdeu o emprego e o peixe. Mas há mais uma perda: enquanto a fruta era descascada à mão, sobravam anualmente alguns milhares de toneladas de casca, que eram levadas por criadores de porcos. Agora, não há mais cascas para os porcos.
   Vê-se, portanto, que vantagem neste caso, lucro, só para o proprietário da fábrica (…). Já os custos, estes estão socializados.(…)
Decisões técnicas são sempre decisões políticas. Deveriam, por isso, ser sempre politicamente discutidas.
 
  Estas observações trazem à tona outro aspecto do pensamento político-econômico de hoje. Se contestarmos o executivo que introduziu o descasque químico, muito provavelmente ele responderá que não tomar essa decisão seria antieconômico. O argumento da economicidade é um dos mais usados quando são apontados estragos sociais e ambientais. Mas é um argumento que repousa sobre uma confusão, muitas vezes deliberada. Precisamos sempre perguntar-nos: econômico para quem? Para a comunidade ou apenas para a empresa? No caso mencionado pode-se ver que para a comunidade era claramente mais econômica a solução do descasque manual. Entretanto, quantas vezes aqueles que detém o poder de decisão política se deixam levar por esta confusão! É a origem da maioria dos cartórios, subsídios e isenções.”


Garimpo ou gestão - José Lutzenberger

Quinto andar - Som pra pista

Vezenquando - @doyoulike 
Aristos London (Caxias do Sul)

Começou!

Marechal @ Programa Experimente do Multishow.

“Espírito independente”, “Guerra” e “Viagem”.

A todos que mantém o coração sempre aberto.

“Muitas pessoas às vezes se sentem presas num lugar, né irmão? A comunidade, às vezes prende a mentalidade das pessoas. A gente não pode se deixar prender. Tem que saber se instruir pra ir além. Diz quem nunca entrou na de viajar, vai. De partir, vê ninguém. Sentir o tempo devagar na BR a mais de 100. Não é fugir, não é peidar. Eu sumi? Não. Veja bem, ser daqui não significa ser refém. Nois já trabalhamo à vera sobre o sol do Saara. Demorô de abrir a janela. Sente o vento na cara, acelera. Deixa a mente em Itaquatiara. Faz seu coração de espinho virar um coração Guevara. Por que na rua ninguém mais se encontra, se esbarra. Ninguém mais se olha, se encara. Ninguém mais se ama, se amarra. Pra ser feliz, ninguém mais se joga, se agarra. Nesse mundão de vai e vem, Samsara. Visão sobre o que é se dar bem num é tão clara. Os valores se inverteram e os menorzinho já fala: - ” Aí, vô fazer meu tempo porque dinheiro não para”. É louco vê que o tempo já não tem tanto valor. A vida me ensinou que ele que constrói o amor. Dinheiro vai e vem. Vem ver o que ele deixou. Desespero nos irmão, sensação de nem sei onde eu tô. Tu é o que é ou só o que se tenta ser? Tu é o que é eles são, ou nunca conseguiu entender? Tu é o que eles querem ou tu é o que eles escolhem? Tu é sem querer e não adianta buscar resposta se tu não tem os “porque”. Essa porra é o cemitério ao relento. São vários morto vivo caminhando sem sentimento. Os papo de futuro na praça ficou no tempo. E dos amigo antigo diz: Quantos ainda vivem o momento? Tu conta nos dedo? Faz diferente neguinho, conta nos medos, nos olhos, na falta de coragem. Conta os oceanos e quantos dos nossos ainda morre à margem. Infelizmente a rua ainda é assim. Eu passo longe e nego diz: ” - Tá indo aonde neguin?” Sinceramente, eu só tô indo junto com a batida. Destino é incerto parceiro, meu rap é igual a vida. Meus rap são minha vida, neguinho. Nos shows eu passo os sentimento que eles tem, e faz brotar na mente dos amigo: ” - Essa é minha vida também”. Na mente de quem nunca viu: ” - Que isso tio, esse cara é quem? Pergunta aos melhor que tu ouviu, sobre as influências de onde vem. Pelo respeito e pelos tapa na cara, pra cada linha e pelo foda-se pras gravadora. Eu não me rendo, monto a minha. Invisto em rap de mensagem com cultura, porra! E ao mesmo tempo faço funciona as calculadora. Se eu faço por dinheiro? Às vezes sim, Dom! Din que eu não posso dispensar pra continuar fazendo o som. O Que eu quero? O que faz eu me sentir mais vivo! Pois eu já me senti livre, e hoje eu quero é sentir que eu livro. Sem querer ser o melhor, longe desses papos de vaidade. Quer ser o melhor? Vai ser o melhor pra tua comunidade! Um som por semana? Não sou esse tipo de mc. Eu faço um som por ano e tu não fica uma semana sem ouvir!”


Marechal - Viagem

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Mestre.

Felipe Loquendo já está em Pinhal - PINHACHELLA III - 19/05

O MAIOR FESTIVAL DE PINHAL DO MUNDO!

Ontem, na Casa de Cultura Mário Quintana rolou a exibição do filme “Forever Gaia”, que retrata um pouco da vida do Ambientalista Jose Lutzenberger. Após a sessão houve um debate com os responsáveis pelo filme assim como integrantes da Fundação Gaia.  Muito inspirador. Aumenta a fé toda vez que se entra em contato com pessoas que, mesmo com tudo indo para o buraco, insistem em seguir na luta.

O filme está inteiro no youtube e pode ser assistido nesse post.

E para quem se interessar, está rolando a Semana Lutz na Casa de Cultura. Uma homenagem aos dez ano de falecimento do Lutz.

http://www.ccmq.com.br/2012/05/ccmq-celebra-o-mes-lutzenberger/

Breath Gaia!

“Sopla bien fuerte porque no me vas a tirar,
I wanna control myself, 
you cant catch me again. 
Pero a los vientos de odio yo me quiero enfrentar, 
el amor es ese escudo “dido” contra maldad. 
We work for a better world.”

Fun People - Vientos

El Guincho - Bombay


“É preciso explicar por que o mundo de hoje, que é horrível, é apenas um momento do longo desenvolvimento histórico e que a esperança sempre foi uma das forças dominantes das revoluções e das insurreições. E eu ainda sinto a esperança como minha concepção de futuro.”

Jean Paul Sartre

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Globalização Milton Santos - O mundo global visto do lado de cá

“O mundo global visto do lado de cá, documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.

O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.
O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do ‘sistema’ ou do Globaritarismo — termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.


Quando eu morrer vou virar um instante de paisagem. 
Era um sonho e era tipo a luz do sol ao fundo, as folhas do topo da copa de uma árvore balançando ao vento que soprava forte e frio, como no inverno aqui do sul. Como aquelas tardes de chimarrão e bergamota no parcão. Quando uns olham distantes, enquanto outros, distantes, brisam fundo só com olhos descobertos e rostos envoltos em mantas sob tocas de lã. E o sol ali, aquecendo nossos narizes. Mas no sonho não havia ninguém. Nem mesmo eu. Pelo menos não em pessoa. Eu fui o instante em si. Fui o algo que acontece, sendo. O sol, o vento, as folhas, a árvore e nada disso. Devir. O grande momento. Fico perplexo quando essa sensação me toma em período desperto. Como numa tarde de um dia comum… 
É como pensar em um idioma que a gente não conhece.
Tenho um menino que mora em mim. Às vezes ele grita e sente fome. E a solidão é bem maior lá dentro. Dentro do menino que mora dentro do menino.E quando ele chora, eu fico em silêncio e distante.Não por que eu quero, mas porque não consigo estender as mãos dentro de mim para agarrar o menino e dizer que tá tudo bem.Que eu também sinto fome, frio e preciso de carinho.E que eu entendo que esse vazio todo é culpa minha, mas que apesar disso, ainda temos um ao outro.Mas ele sabe que minha fraqueza é me sentir fraco.E quando tô assim, cansado, é então que ele grita mais alto e esperneia e soca as paredes do meu estômago até esfolar as juntas daquelas mãos pequeninas.Eu só queria dizer que eu entendo.E também moro em um mundo que parece não querer me ouvir, às vezes.Minhas juntas também sangram um pouco de vez em quando.Mas aprendi que tenho bolsos e posso me vestir de silêncio.E sei como é triste falar uma coisa dessas a uma hora dessas, mas eu só queria dizer que eu entendo.Quem sabe assim, eu consiga dormir logo.Amanhã nem vou lembrar de agora e vou ler isso e vou achar uma bobagem, como sempre acho.Mas é incrível como esses desenhos criados para tentar descrever aquilo que a gente não consegue descrever por que nem sabe o que tá sentindo direito podem ser soníferos eficazes.(…)Eu entendo, cara.Eu entendo.Quando eu morrer, quero virar um instante de paisagem, para morrer logo em seguida e renascer de novo e de novo, uma outra coisa. Um outro instante.
Tenho um menino que mora em mim.
Palavra de homem.
Palavra. 

Quando eu morrer vou virar um instante de paisagem. 

Era um sonho e era tipo a luz do sol ao fundo, as folhas do topo da copa de uma árvore balançando ao vento que soprava forte e frio, como no inverno aqui do sul. Como aquelas tardes de chimarrão e bergamota no parcão. Quando uns olham distantes, enquanto outros, distantes, brisam fundo só com olhos descobertos e rostos envoltos em mantas sob tocas de lã. E o sol ali, aquecendo nossos narizes. Mas no sonho não havia ninguém. Nem mesmo eu. Pelo menos não em pessoa. Eu fui o instante em si. Fui o algo que acontece, sendo. O sol, o vento, as folhas, a árvore e nada disso. Devir. O grande momento. Fico perplexo quando essa sensação me toma em período desperto. Como numa tarde de um dia comum… 

É como pensar em um idioma que a gente não conhece.

Tenho um menino que mora em mim. 
Às vezes ele grita e sente fome. 
E a solidão é bem maior lá dentro. 
Dentro do menino que mora dentro do menino.
E quando ele chora, eu fico em silêncio e distante.
Não por que eu quero, mas porque não consigo estender as mãos dentro de mim para agarrar o menino e dizer que tá tudo bem.
Que eu também sinto fome, frio e preciso de carinho.
E que eu entendo que esse vazio todo é culpa minha, mas que apesar disso, ainda temos um ao outro.
Mas ele sabe que minha fraqueza é me sentir fraco.
E quando tô assim, cansado, é então que ele grita mais alto e esperneia e soca as paredes do meu estômago até esfolar as juntas daquelas mãos pequeninas.
Eu só queria dizer que eu entendo.
E também moro em um mundo que parece não querer me ouvir, às vezes.
Minhas juntas também sangram um pouco de vez em quando.
Mas aprendi que tenho bolsos e posso me vestir de silêncio.
E sei como é triste falar uma coisa dessas a uma hora dessas, mas eu só queria dizer que eu entendo.
Quem sabe assim, eu consiga dormir logo.
Amanhã nem vou lembrar de agora e vou ler isso e vou achar uma bobagem, como sempre acho.
Mas é incrível como esses desenhos criados para tentar descrever aquilo que a gente não consegue descrever por que nem sabe o que tá sentindo direito podem ser soníferos eficazes.
(…)
Eu entendo, cara.
Eu entendo.

Quando eu morrer, quero virar um instante de paisagem, para morrer logo em seguida e renascer de novo e de novo, uma outra coisa. Um outro instante.

Tenho um menino que mora em mim.

Palavra de homem.

Palavra. 

doyoulikeoficial:

Quer ganhar um kit contendo: CD + Camiseta + 1 par de ingressos para o show de lançamento do “Sobre a Vida, a Paz e a Guerra” em Porto Alegre?Então compartilhe essa imagem no seu mural e convide seus amigos para o show! Vamos sortear 2 kit’s dentre todo mundo que participar.(Resultado: 01 de Junho, sexta-feira, 21h)Link para o evento: https://www.facebook.com/events/380741778631548/

doyoulikeoficial:

Quer ganhar um kit contendo: CD + Camiseta + 1 par de ingressos para o show de lançamento do “Sobre a Vida, a Paz e a Guerra” em Porto Alegre?

Então compartilhe essa imagem no seu mural e convide seus amigos para o show! Vamos sortear 2 kit’s dentre todo mundo que participar.

(Resultado: 01 de Junho, sexta-feira, 21h)

Link para o evento: https://www.facebook.com/events/380741778631548/

Againe, 2012?

Que ano maluco.

Againe - Neoliberalismo é pior ainda antes da primeira refeição.

“Trancado em carros, trabalho e prédios.
Você tá dentro, eles tão dentro 
e eu também.”

Como todos sabem, nós da @doyoulike, somos uma banda independente e fazemos tudo por nossa própria conta e risco. Acabamos de lançar um cd novo chamado “Sobre a vida, a paz e a guerra”, e espalhamos nosso último single, chamado “CANOA”, em várias rádios, tanto do Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina.
Todas as rádios que estão listadas abaixo, utilizam o twitter como ferramenta. Portanto, caso queira e esteja disponível, deixe um tweet pedindo CANOA da doyoulike?, para quantas rádios você quiser, independente do local que você mora.
Um tweet pode fazer a diferença com certeza e desde já, agradeço em nome da doyoulike? pelo tempo e disposição empregados em seu tweet.
Abaixo segue a lista de rádios:
Rio Grande do Sul:
@sorriso_fm (Estrela – RS)
@radiospacofm (Farroupilha – RS)
@radiovirtualfm (Erechim – RS)
@maisnovafm (Caxias – RS)
@IguatemiFM (Ijuí – RS)
@tropicalfm1037 (Lajeado – RS)
@OceanoFMOficial (Rio Grande – RS)
@radiospacofm (Farroupilha – RS) 
@poprockfmbage (Bagé – RS)
@Caioba_FM (Tapejara – RS)
@studio_fm (Tapera – RS)
@cidadecancaofm (Três de Maio – RS)
@radiocidadesa (Santo Ângelo – RS)
@VangMarau (Marau – RS) 

Santa Catarina:
@transamericabc (Balneário Camboriú – SC)
@portal_menina (Balneário Camboriú – SC)
@90fmblumenau (Blumenau – SC)
@radioguararema (Blumenau – SC)
@radioaquarelafm (Barra Velha - SC)
@stylofm102 (Braço do Norte – SC)
@diplomatafm105 (Brusque – SC)
@fm929cdr (Caçador – SC)
@98FmCanoinhas (Canoinhas – SC)
@oestecapital (Chapecó – SC)
@96fmoficial (Concórdia – SC)
@atualfm (Concórdia – SC)
@radio105fm (Criciúma – SC)
@movimentofm98 (Curitibanos – SC)
@panfloripa (Floripa - SC)
@bandfmfloripa (Floripa - SC)
@ondajovemfm (Forquilhinha – SC)
@89fmradio (Gaspar – SC)
@bandfmitajai (Itajaí - SC)
@integracaofm (Jacinto Machado - SC)
@studiofm (Jaraguá do Sul – SC)
@maisfm (Joinvile – SC)
@89fmjoinville (Joinville – SC)
@101fmlages (Lages – SC)
@radio1015fm (Palmitos – SC)
@radioamandafm (Rio do Sul – SC)
@radiofm89 (São Bento do Sul – SC)
@92online (Timbó – SC)
@bandfmtubarao (Tubarão – SC)
@energiafm (Treze de Maio – SC)
@radio_101fm (Xanxerê)
___ 

Desde já, muito obrigado pelo apoio de todos vocês.Grande energia.Z e doyoulike?

Como todos sabem, nós da @doyoulike, somos uma banda independente e fazemos tudo por nossa própria conta e risco. Acabamos de lançar um cd novo chamado “Sobre a vida, a paz e a guerra”, e espalhamos nosso último single, chamado “CANOA”, em várias rádios, tanto do Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina.

Todas as rádios que estão listadas abaixo, utilizam o twitter como ferramenta. Portanto, caso queira e esteja disponível, deixe um tweet pedindo CANOA da doyoulike?, para quantas rádios você quiser, independente do local que você mora.

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Rio Grande do Sul:

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